O Ceará registrou, em julho, o segundo maior saldo de empregos formais do Nordeste, com a criação de 7.424 postos de trabalho, ficando atrás apenas da Bahia, que abriu 9.436 vagas. Os dados, divulgados nesta quarta, dia 27, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que o resultado representa 19% do saldo da região.
O desempenho foi o melhor para o período desde 2022, resultado do número de contratações com carteira assinada (60.395), que superou o de demissões (52.971). Com isso, o Ceará alcançou um total de 1.441.640 empregos formais ativos. Desde janeiro de 2023, já foram criados 140.492 postos no estado.
De acordo com o governador Elmano de Freitas, “esse resultado mostra que seguimos em ritmo de crescimento. Atraindo novas empresas, fortalecendo as que já estão aqui e impulsionando a nossa economia para gerar ainda mais oportunidades para o povo cearense”. O avanço foi impulsionado, sobretudo, pelos setores de serviços (2.314 vagas), indústria (1.955) e construção civil (1.842).
O secretário do Trabalho, Vladyson Viana, destacou fatores como a expansão do telemarketing, a alta estação turística, o aumento da produção da indústria calçadista e os programas habitacionais que favorecem a construção de edifícios. Fortaleza liderou a geração de empregos no estado, com 2.266 vagas, seguida por municípios como Horizonte (603), Caucaia (386), Maracanaú (333), Crato (285) e Juazeiro do Norte (245).