A Prefeitura de Fortaleza e o Instituto Winds for Future (IW4F) iniciaram neste sábado, dia 12, a instalação das primeiras ecobarreiras no Rio Maranguapinho, no Parque Rachel de Queiroz. As estruturas, feitas com materiais recicláveis como plásticos e redes, atuam como barreiras físicas para impedir que resíduos sólidos flutuantes, como sacolas e garrafas plásticas, sejam levados até o mar.
A ação faz parte do projeto Kite for the Ocean, liderado pela ONG, com apoio financeiro da marca Corona e da organização Oceanic Global. Durante o evento de lançamento, foi assinado um Termo de Cooperação Técnica entre a ONG e a gestão municipal, que envolve os órgãos Ipplan, Seuma, SCSP e Ademfor. A Seuma também será responsável por desenvolver ações de educação ambiental no Parque Rachel de Queiroz.
Na próxima semana, outras quatro ecobarreiras serão instaladas nos bairros Conjunto Ceará e Bom Jardim, completando as oito previstas nesta fase inicial. A expectativa é que, juntas, elas sejam capazes de recolher entre 250 e 300 toneladas de resíduos por ano. O material reciclável será destinado a catadores, e o restante terá descarte ambientalmente adequado.
O projeto também prevê a coleta e análise de dados sobre os resíduos, que poderão orientar novas políticas públicas voltadas à sustentabilidade. A iniciativa busca ampliar a conscientização sobre o descarte adequado de lixo e proteger os corpos hídricos da cidade, contribuindo para a manutenção das praias próprias para banho.