O Ceará confirmou o primeiro caso de Mpox em 2026, conforme painel do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica atualizado nesta terça, dia 9. O registro foi contabilizado em fevereiro, e o estado ainda possui dois casos classificados como prováveis.
Na região Nordeste, os dados apontam três casos confirmados e dois prováveis neste ano, sem registro de óbitos. No total, 67 notificações permanecem como suspeitas e seguem em investigação pelas autoridades de saúde.
O painel federal indica que o paciente do Ceará é um homem de 37 anos, branco, heterossexual e com ensino médio completo. A Secretaria da Saúde do Ceará foi procurada pela reportagem e aguarda-se retorno com mais informações sobre o caso.
Em nível nacional, o país contabiliza 140 casos confirmados e nove prováveis de Mpox em 2026, além de 539 suspeitos em investigação. A maioria das confirmações ocorreu entre janeiro (68 casos) e fevereiro (70 casos), com 11 registros em março até o momento.
A Mpox é transmitida principalmente pelo contato direto entre pessoas, envolvendo pele, secreções e exposição prolongada a gotículas respiratórias. O diagnóstico é feito por teste molecular ou sequenciamento genético a partir de material coletado nas lesões.