Ceará é 1º lugar nacional em exportação de pescados.

O Estado é responsável por mais de 25% das exportações brasileiras na área.
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Sucesso na exportação de pescados, o Ceará aparece como líder no ranking da categoria no Brasil. Revezando entre a primeira e segunda posição desde 2013, em 2022, como primeiro lugar, o estado ultrapassou os 94 milhões de dólares (US$94.434.533) em exportações de pescados, segundo dados do do Comexstat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço.
A liderança do Ceará no cenário pesqueiro também o torna responsável por 25,19% das exportações brasileiras de pescados. Para o secretário executivo do Agronegócio, Silvio Carlos Ribeiro, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), responsável pela área na gestão anterior, a localização do estado é um dos motivos que tornam esses números possíveis.
“A localização estratégica no atlântico, fortalecida por uma infraestrutura logística moderna que permite eficiente comercialização, propiciam ao estado do Ceará um mercado nacional e internacional promissor”, destaca o secretário.
No último levantamento divulgado, pelo segundo ano consecutivo o Ceará ficou à frente do Pará (US$82.021.785), Rio Grande do Norte (US$ 46.925.740) e Santa Catarina (US$40.559.423) no ranking de exportações que incluem peixes, peixes ornamentais, conserva de pescado, camarão, lagosta e outros pescados.
O secretário executivo comemorou os resultados. “A pesca e a aquicultura cearense possuem grande potencial de crescimento. Passando pela criação de camarão e de peixes em cativeiro até a pesca marítima e sua indústria de pescados e conservas, este setor promove o desenvolvimento econômico no interior do estado”, pontua.
Com a categoria pesqueira em evidência, no Ceará já são cerca de 57 mil empregos gerados pelo setor. Esses empregos estão divididos em indústria formal, atividade pesqueira e comércio. Apenas a indústria formal da área, que comporta cerca de 25 estabelecimentos, gera 10.800 empregos, entre diretos e indiretos, segundo dados do Sindicato das Indústrias de Pesca e Frio do Estado do Ceará.
A atividade pesqueira, que engloba a produção lagosta, cardume de atum e outros peixes, é a que alcança os maiores números. São 31.448 empregos entre diretos e indiretos. Já no comércio, a estimativa é que já são 15 mil empregos.
As áreas de pesca dos associados da colônia foram algumas das beneficiadas com o Projeto Peixamento, do Governo do Ceará, que distribui alevinos em açudes públicos de todo o estado. Com investimentos da ordem de R$ 1,5 milhão por meio de contrato de gestão com recursos oriundos do Tesouro Estadual, foram adquiridos e distribuídos 7 milhões de alevinos em 1.200 açudes públicos do Ceará.
A ação visa a reposição dos estoques pesqueiros dos açudes públicos do estado, com o aproveitamento das águas represadas nos açudes, aumentando a produção pesqueira extrativista, gerando alimento de alto valor nutritivo, além de possibilitar a geração de renda e oportunidades de trabalho para todos que dependem da pesca.
Com informações do Governo do Estado do Ceará.

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