97,2% dos beneficiários do Ceará Sem Fome estão satisfeitos com as refeições, diz pesquisa

Pesquisa da CGE e do Ipece mostra avaliação positiva das cozinhas sociais e do Cartão Ceará Sem Fome.
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Foto: Reprodução / Governo do Estado

97,2% dos usuários das cozinhas Ceará Sem Fome estão satisfeitos; no cartão, aprovação chega a 100%. Pesquisa avaliou qualidade do serviço, perfil social e interesse em qualificação profissional. Beneficiários relataram melhoria na alimentação e facilidade no uso do cartão. Programa mantém ações emergenciais e iniciativas de qualificação e geração de renda.

Uma pesquisa de satisfação realizada pela Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado (CGE) em parceria com o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) avaliou os serviços do Programa Ceará Sem Fome. Entre os usuários das cozinhas solidárias, 97,2% afirmaram estar satisfeitos com as refeições oferecidas diariamente. No Cartão Ceará Sem Fome, 100% dos entrevistados declararam aprovação ao benefício.

O levantamento foi feito presencialmente e por telefone, seguindo etapas previstas na Lei nº 13.460/2017. Além da satisfação, o estudo traçou o perfil social dos beneficiários, predominantemente mulheres, pessoas negras e famílias em situação de vulnerabilidade econômica. No caso das cozinhas, os participantes apontaram aprovação ao conjunto do serviço, destacando qualidade dos alimentos, aparência das refeições e atendimento das equipes. O programa registrou NPS de 91,88%.

A pesquisa também identificou interesse dos beneficiários em cursos de qualificação do eixo Ceará Sem Fome +Qualificação e Renda, especialmente nas áreas de gastronomia, beleza e serviços. Já no Cartão Ceará Sem Fome, os entrevistados relataram uso do crédito para itens essenciais, melhoria na alimentação e facilidade no uso do cartão nos estabelecimentos credenciados. O benefício obteve NPS de 96,39%.

Os resultados reforçam o alcance do programa na segurança alimentar das famílias. Segundo o secretário da CGE, Aloísio Carvalho, “ouvir a população é essencial para aprimorar as políticas públicas e garantir que cada cidadão receba o cuidado e a dignidade que merece”. A primeira-dama Lia de Freitas afirmou que os dados auxiliam na tomada de decisões e na consolidação do programa.

As agentes populares de segurança alimentar também participaram da escuta qualificada. Em seus relatos, destacaram a rotina nas unidades sociais produtoras de refeições e o impacto do trabalho nas comunidades. O Programa Ceará Sem Fome segue atuando por meio do Cartão Ceará Sem Fome, de mais de 1.300 cozinhas sociais e de campanhas solidárias, além do eixo de qualificação e geração de renda.

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